»
Fantasy Land.
“Não tenho uma definição para mim, nem uma palavra que me descreva. Eu amo irrevogavelmente quem merece. Eu sou sensata e realista, mas eu choro e penso em sumir do mundo quando me entristeço. Eu viajo nos meus próprios pensamentos e sou agitada, mas também escuto música lenta. Eu nasci nos anos noventa, mas eu gosto de coisas relacionadas aos anos sessenta. Eu danço, mas acho que não sei dançar. Tem dias que estou hiper sensível e tem dias que estou bandida… Eu sou difícil, sou solitária, sou estressada… Eu sou difícil, eu sei. Sempre sou a ponta que está levantada por não ceder à cola. É, essa sou eu.”
❝Amar é isso? Chorar escondido?
© Matheus, 8 anos.    (via docetos)

❝Quero explodir as grades e voar, não tenho pra onde ir, mas não quero ficar.
© Engenheiros do Hawaii.  (via enlouquecia)

❝Saudade dá, sempre dá, mas a gente disfarça, dorme, toma um café e finge que esquece.
© Desconhecido.  (via recidivar)

❝Passado é lição para refletir, não para repetir.
© Mário de Andrade.    (via retaliador)

❝Estou numa confusão absoluta, não sei o que ler, o que escrever, o que fazer. Só sei que estou sentindo falta de alguma coisa.
© O Diário de Anne Frank. (via renascedor)

❝Mas é que eu sempre gostei de sentir meu coração acelerar por você. Aquelas palpitações intensas me faziam bem, era como ter um amor imenso preso que esperava pela hora certa de explodir.
© Gramaticas. (via renascedor)

❝Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor. Era melhor.
© Martha Medeiros. (via inverbos)

❝Mas é que ultimamente a solidão tem sido tão acolhedora.
© Floturna. (via realidade-paralela)