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Aconteceu na TAM, é verídico: Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo. “Qual o problema, senhora?” - Pergunta a comissária. “Não está vendo?” - Respondeu a senhora. “Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira”. “Por favor, acalme-se” - Disse a aeromoça - “Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível”. A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. “Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou a informação. Temos apenas um lugar na primeira classe.” E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continuou: “Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável”. E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: “Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe.” E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.



Milhares de fotos minhas. Dormindo, muitas fotos em que estou dormindo, meu cabelo caído no rosto ou espalhado no travesseiro, os lábios entreabertos.. droga — chupando dedo. Não chupo dedos há anos! Tantas fotos.. Eu não tinha ideia de que ele tinha tirado isso tudo. Tem algumas sequências longas e meigas, entre elas uma em que estou debruçada sobre a amurada do iate, olhar perdido à frente. Como não notei que estava sendo fotografada? Não contenho um sorriso quando me vejo enroscada por baixo dele, rindo — meu cabelo voando enquanto tento me desvencilhar dos seus dedos, que me atormentavam com as cócegas. E há uma outra de nós dois na cama da cabine, que ele mesmo tirou, esticando o braço. Estou aninhada em seu peito e ele me olha para câmera, um ar jovem, os olhos bem abertos.. apaixonado. Sua outra mão está apoiada na minha cabeça, e eu sorrio como uma boba louca de amor, sem conseguir desviar os olhos de Christian. Ah, meu querido marido, o cabelo pós-foda todo despenteado, os olhos cinzentos brilhando, os lábios entreabertos e sorrindo. Meu lindo marido, que não suporta sentir cócegas, que não suportava ser tocado até pouco tempo mas que agora tolera meu toque. Tenho que lhe perguntar se ele gosta ou me deixa tocá-lo não pelo seu próprio prazer, mas pelo o meu.

— 50 Tons de Liberdade. (via olhos-de-outono)